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terça-feira, 28 de março de 2006

[carta do adeus provisório]

Não me surpreende a minha total falta de rumo no momento em que os nossos olhos tiveram que suspender o tempo, gravar neles mesmos os últimos flashes ao vivo de nós dois ao dizer o até logo da quinzena. O ônibus, parado, já tinha abertas as portas, o motorista pediu o ticket onde estava escrito o meu destino, mas, mesmo assim, eu havia perdido o rumo. Se não houvesse um motorista, um condutor que me levasse ao meu destino, eu mesmo, pelos meus próprios pés, talvez tivesse andado em círculos, talvez apenas metros e caído ao chão, cansado. Precisei das horas para me aprumar de novo. A tua falta desregula a minha bússola, porque és tu o meu norte, o meu leste e oeste, o meu sul. É pelo que és que sei aonde vou. É onde estás que é a minha maior referência, é a distância de ti que faz o diâmetro do meu mundo. É por ti que me localizo, por ti que meço o espaço que ocupo no mundo, por ti que me privo do fundo e exploro o meu, o nosso mundo.