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domingo, 16 de outubro de 2005

[leve (me)]

De tão leve a tua alma
Caí precipícios inteiros
Na crença de que eu, também, era leve.

Mas é que via as tuas asas, teus ossos ocos
E via-me neles, eu pena, tu pluma,
E me atirava, insano, de precipícios de um metro e meio.

Já distante de mim a tua alma,
Fui ao teste final,
Atirei-me no mais fundo dos precipícios

Não para ver do alto a tua leveza,
Mas para cair, morto,
Para além da tua própria tristeza.