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segunda-feira, 16 de janeiro de 2006

[último parágrafo]

"...O relato dessa experiência visa apenas mostrar que é possível, sim, estabelecer em sala de aula um motivador para o uso da escrita. O livro didático, sem dúvida, é um grande parâmetro, um guia para muitos indispensável, mas que não pode ser enxergado como a única possibilidade. Há a criatividade do aluno, a criatividade do professor, há as nossas próprias necessidades, há os velhos paradigmas que precisam ser postos à prova. Não podemos restringir o nosso ensino ao que está no papel, ao que é de alguma forma imposto pela necessidade de termos em mãos um material didático e seguí-lo. É preciso refletir, adaptar, criar. Dar a nós mesmos asas - enquanto profissionais responsáveis pela formação de usuários de um sistema complexo – para alçarmos vôos mais altos e distantes, e aos nossos alunos ensinar que utilizar a língua, seja ela escrita ou oral, é aprender a interagir com esse mundo, aprendendo a recriá-lo."
Ufa, ufa, ufa. Parece que acabou. Acabou assim: a versão primeira está pronta e devidamente 'becapeada' em e-mails, disquetes, cd's e dois computadores, pra não correr o risco. Agora é só os orientadores revisarem, enquanto eu rezo para que tudo esteja nos conformes. No mais, agora, é lidar com os anexos, a bibliografia e as revisões técnicas.
Chega estou xôxo (é assim?) de tanto alívio e felicidade. Uhuhuhuhuh!!!!